terça-feira, 27 de dezembro de 2016

GOTA


GOTA
Gota é uma doença caracterizada pela elevação de ácido úrico no sangue e surtos de artrite aguda secundários ao depósito de cristais de monourato de sódio.
A concentração normal de ácido úrico no sangue é até 7,0 mg/100ml. Dependendo do país estudado, pode chegar a 18% a população com ácido úrico acima de 7mg%. Entretanto, somente 20% dos hiperuricêmicos terão gota. Ou seja, ter ácido úrico alto não é igual a gota.
É importante detectar quem tem ácido úrico elevado pois muitas vezes esses indivíduos têm pressão alta, são diabéticos e têm aumento de gordura no sangue com aterosclerose e a descoberta da hiperuricemia faz com que indiretamente sejam diagnosticados os problemas sérios que já existiam.
Outro risco para hiperuricemia é desenvolver cálculos renais de ácido úrico ou, raramente, doença renal.
É uma doença de homens adultos. As mulheres passarão a ter crise de gota após a menopausa. Pode haver diagnóstico de gota em homem e mulher jovem mas certamente são situações raras.
Como se desenvolve?
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O mecanismo produtor da doença mais freqüente é a ausência congênita de um mecanismo enzimático que excreta ácido úrico pelos rins. Não havendo eliminação adequada, aumenta a concentração no sangue
Outro defeito enzimático, bem menos comum, produz excesso de ácido úrico. Os rins, mesmo normais, não conseguem eliminar a carga exagerada de ácido úrico e este acumula-se no sangue
Quando há hiperprodução há hiperexcreção renal de ácido úrico. Pode ser detectada medindo-se o ácido úrico em urina de 24 horas. Confirmando-se hiperexcreção, deve-se procurar outras causas menos comuns de hiperexcreção como policitemia vera (excesso de glóbulos vermelhos) e psoríase. Cabe ao médico orientar exames nesse sentido
Alguns medicamentos diminuem a excreção renal do ácido úrico. Exemplos freqüentes são diuréticos e ácido acetil salicílico em dose baixa. Se esses não devem ser retirados é preferível mantê-los e tratar a gota. Quando a causa da hiperuricemia não é enzimática fala-se em gota secundária.
Clínica
Pacientes gotosos podem permanecer 20 a 30 anos com ácido úrico elevado antes da primeira crise. Em alguns casos, já houve crise de cálculo urinário.
A crise de artrite é bastante típica: o indivíduo vai dormir bem e acorda de madrugada com uma dor insuportável que em mais de 50% das vezes compromete o dedo grande do pé.
Gota 1
Há situações de dor tão forte que os pacientes não toleram lençol sobre a região afetada. Pode haver febre baixa e calafrios. A crise inicial dura 3 a 10 dias e desaparece completamente. O paciente volta a levar vida normal. Fica sem tratamento porque não foi orientado ou porque não optou pelo que foi prescrito.
Nova crise pode voltar em meses ou anos. A mesma articulação ou outra pode ser afetada. Qualquer articulação pode ser atingida. As dos membros inferiores são preferidas mas encontram-se gotosos com graves deformidades nas mãos. Não havendo tratamento, os espaços entre as crises diminuem e sua intensidade aumenta. Os surtos ficam mais prolongados e, mais tarde, com tendência a envolver mais de uma articulação. Há casos em que algumas articulações não ficam mais livres de sintomas.
Gotosos que tiveram seu diagnóstico tardiamente e os que não se tratam têm cristais de monourato de sódio depositados nas articulações, tendões, bursas e cartilagens (tofos). Podem assumir volumes enormes e deformarem gravemente as articulações.
Gota 2
São muito característicos os tofos volumosos localizados nos cotovelos. Apesar de não ser comum, quando aparecem na cartilagem do ouvido são úteis para diagnóstico de gota.



Gota 3

Diagnóstico
Na primeira crise, o diagnóstico definitivo de gota só é feito se forem encontrados cristais de ácido úrico no líquido aspirado da articulação.
Na ausência de líquido articular, mesmo sendo no dedo grande do pé, a primeira crise não deve ser rotulada antes de um período de acompanhamento pois há outras causas de inflamação neste local. Lembrar que somente 20% dos hiperuricêmicos terão gota. Se exames e a evolução não definirem outra doença o paciente deve ser seguido como portador de gota.
Pode ser muito fácil quando houver uma história clássica de monoartrite aguda muito dolorosa de repetição e ácido úrico elevado. Esse pode estar normal na crise. Quando a suspeita for grande, repetir a dosagem 2 semanas após. Alterações radiológicas podem ser típicas.
Nos pacientes com doença crônica já com deformidades e RX alterado não há dificuldades diagnósticas mas provavelmente haverá no tratamento. Pacientes nesse estado têm gota de difícil controle ou não se tratam.
Tratamento
Gota não cura! Mas há tratamento garantido!
Já vimos que o ácido úrico aumenta devido a defeitos na eliminação renal ou na sua produção. Em ambas situações os defeitos são genéticos, isto é, são definitivos. Se não forem seguidos permanentemente dieta e, na grande maioria das vezes, tratamento medicamentoso, o ácido úrico volta a subir e mais cedo ou mais tarde nova crise de gota virá.
Curiosamente, grande número de gotosos não entende ou assume o abandono do tratamento. A conseqüência não é somente nova crise de artrite aguda muito dolorosa mas o risco de desenvolver deformidades articulares que poderão ser bastante incômodas. Não se justifica, atualmente, gotoso ter novas crises e, muito menos, deformidades estabelecidas.
Crise aguda
Nunca iniciar alopurinol na crise! Se já está usando, manter na mesma dose.
Colchicina 0,5 ou 1mg de hora em hora até a crise aliviar era o tratamento ideal até que surgissem novos antiinflamatórios não-esteróides (AINES) potentes e com menos para-efeitos, principalmente quando usados por prazo curto.
O esquema da colchicina foi abandonado devido à intensa diarréia que provoca, devendo ser usado somente nos raríssimos pacientes que têm contra-indicação absoluta a qualquer AINE, mesmo os recentes que são muito seguros.
A melhor combinação de medicamentos é colchicina via oral 3 a 4 vezes ao dia e um AINE intramuscular ou endovenoso. Quando a dor diminuir, passar para via oral. A associação de analgésicos potentes é útil, se ainda persiste dor.
O esvaziamento de uma articulação repleta de líquido inflamatório por punção com agulha produz grande alívio. Injeção intra-articular de corticóide está indicada quando há contra-indicação aos esquemas clássicos.
Colchicina inibe a chegada de leucócitos aonde estão os cristais. Não diminue o ácido úrico. Isto se consegue com dieta e alopurinol (Zyloric).
Somente iniciar alopurinol após desaparecimento da inflamação. O modo de introdução deve ser lento. Usar 100 mg por dia 10 a 20 dias e depois 200 mg por dia. Em 4 a 6 semanas, dosar novamente o ácido úrico. Se estiver acima de 6mg% é melhor passar para 300 mg de alopurinol.
Manutenção
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Dieta

Deve-se prescrever dieta pobre em purinas, recomendar uso restrito de bebidas alcoólicas e evitar jejum prolongado. Cada gotoso sabe "onde aperta o sapato".

O controle ideal da dieta deve ser feito com nutricionista. Alguns pacientes conseguem controlar o ácido úrico somente com dieta. Certamente, o defeito enzimático é menor.

O grande segredo da dieta é abandonar os alimentos proibidos e não fazer ingestão excessiva em curto espaço de tempo de alimentos controlados e bebidas alcoólicas.
Medicamentos

A maioria vai necessitar doses variadas de alopurinol, podendo chegar-se a 600mg/dia. O uso diário de 1 comprimido de colchicina pode evitar crises. Assim, a associação dos dois medicamentos tem sido sugerida. Os pacientes que estão com ácido úrico abaixo de 5mg% provavelmente não precisarão de colchicina se continuarem dieta e alopurinol que tem sido seguro e cômodo e também ajuda a evitar cálculos renais.

Por que a Lua não cai na Terra?

Por que a Lua não cai na Terra?

Física

Por que a Lua não cai na Terra? Isso não ocorre graças à alta velocidade de translação da Lua e porque essa velocidade é tangencial à trajetória.
A Lua é o satélite natural da Terra, possui um diâmetro equatorial de aproximadamente 3500 km, massa de 7,5 x 1022 Kg e velocidade de translação de 3700 km/h. Você já pensou por que a Lua não cai na Terra, sendo ela um corpo tão grande e massivo?
A Lei da Gravitação Universal foi uma das importantes contribuições de Isaac Newton. Ela nos mostra que corpos massivos têm a capacidade de se atraírem por uma força mútua denominada de força gravitacional. Sendo assim, podemos concluir que a Terra atrai a Lua e a Lua atrai a Terra com uma determinada força, mas o satélite natural jamais cai na superfície da Terra.
  • A ideia de Newton
Newton idealizou uma forma de colocar objetos em órbita ao redor da Terra. Um objeto, ao ser lançado horizontalmente a partir de uma determinada altura, realiza um movimento curvo até cair no chão. Esse movimento é uma curva porque acompanha a curvatura da Terra. Lançando o objeto de uma determinada altura e na velocidade correta, é possível fazer com que ele acompanhe toda a curvatura da Terra e retorne ao ponto de origem do lançamento. Nessa situação o objeto mantém uma velocidade tangencial à trajetória e executa um movimento de “queda infinita” ao redor do planeta.
  • Por que a Lua não cai na Terra?
A velocidade da Lua é tangencial à sua trajetória ao redor da Terra e, sendo assim, ela está em uma espécie de movimento de queda perpétuo e nunca atingirá a superfície terrestre. O valor de sua velocidade é suficientemente grande para que ela permaneça em órbita acompanhando a curvatura da Terra.
  • Lançando um satélite
O lançamento de satélites artificiais segue esse mesmo princípio. O satélite é “empurrado” por um foguete em uma região fora da atmosfera terrestre com a velocidade exata que o permitirá executar um movimento perpétuo ao redor do planeta.
A velocidade do satélite é tangencial à sua trajetória
A velocidade do satélite é tangencial à sua trajetória
A equação abaixo determina a velocidade que um satélite deve ter para conseguir manter-se em uma determinada órbita ao redor da Terra.
Nessa equação, temos:
V: Velocidade do satélite;
G: Constante de gravitação universal (6,7 x 10 – 11 N.m2/Kg2);
M: Massa da Terra (aproximadamente 6,0 x 10 24 Kg);
R: Distância do satélite ao centro da Terra.

Por Joab Silas
Graduado em Física

JúNIOR, Joab Silas da Silva. "Por que a Lua não cai na Terra?"; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/fisica/por-que-lua-nao-cai-na-terra.htm>. Acesso em 28 de dezembro de 2016.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Por que alguns animais têm os olhos na frente e outros do lado da cara?

Por que alguns animais têm os olhos na frente e outros do lado da cara?

Publicado em 24.12.2016

Um passeio por um zoológico mostra que a maioria dos animais podem ser classificados em dois grupos. Há aqueles com olhos nos lados de suas cabeças – galinhas, vacas, cavalos, zebras – e há aqueles com os olhos mais próximos, na parte dianteira de suas caras, como macacos, tigres, corujas e lobos. Todos os seres humanos que visitam o zoológico estão obviamente no último grupo. Mas o que há por trás dessa divisão?

Há uma troca de benefícios quando se trata da posição dos olhos. À medida que os olhos avançam ao longo do rosto, dois campos de visão se sobrepõem. É essa sobreposição – a perspectiva ligeiramente diferente na cena na frente de você que cada um de seus dois olhos envia para o seu cérebro – que nos permite perceber a profundidade. Animais com olhos para os lados podem não ter essa percepção de profundidade bem desenvolvida, mas eles são capazes de ver um panorama extremamente largo em vez disso.A colocação dos olhos provavelmente evoluiu por diferentes razões em diferentes grupos de animais. Algumas tartarugas, por exemplo, têm olhos no lado da cabeça, mas processam a informação ótica como se seus olhos estivessem voltados para a frente – provavelmente porque quando retraem suas cabeças nas suas carapaças seus olhos só recebem luz da frente, como se seus olhos estivessem para a frente.
Os olhos laterais ajudam muitos animais a escapar de predadores, já que permitem que eles olhem para dois lados ao mesmo tempo. Na hora de caçar uma presa, esta particularidade é uma grande vantagem, já que permite que o animal mantenha um olho na vítima e outro nos arredores, se certificando de que não há nenhum predador por perto.

Vida nas árvores

Mas como o nosso canto da árvore genealógica, os primatas, acabou com olhos virados para a frente? Há muitas ideias.
Em 1922, Edward Treacher Collins, um oftalmologista britânico, escreveu que os primatas primitivos precisavam de uma visão que “lhes permitisse balançar e saltar com precisão de galho em galho para agarrar a comida com as mãos e transportá-la para a boca”. Como nossos antepassados ​​primatas se mudaram para as árvores para escapar de seus predadores, a necessidade de transitar nos galhos das árvores e de pegar presas com as mãos, argumentou ele, significava que a evolução favoreceu um sistema visual com boa percepção de profundidade.
A ideia de Collins tornou-se conhecida como a “hipótese de locomoção arbórea”. Nas décadas que se seguiram, ela foi ampliada e refinada, mas a ideia básica de que nossos antepassados ​​evoluíram seus olhos para avaliar com precisão as distâncias enquanto pulavam de uma árvore para outra, permaneceram centrais durante bastante tempo. Afinal, as apostas por não conseguir calcular a verdadeira distância entre as árvores eram altas. “O preço do fracasso era cair muitos metros em um terreno habitado por animais carnívoros”, escreveu o psicoterapeuta visual Christopher Tyler em 1991.
O problema com a hipótese de Collins é que muitos animais que prosperam em árvores têm olhos nos lados de suas cabeças – esquilos, por exemplo. Assim, em 2005, o antropólogo biológico Matt Cartmill propôs uma ideia diferente: a “hipótese de predação visual”. Predadores são melhor servidos, ostensivamente, por ter uma percepção de profundidade extremamente boa. Isso os ajuda a localizar melhor e a derrubar suas presas mais eficazmente, como um leopardo perseguindo uma gazela ou um dos nossos antepassados ​​primatas agarrando um inseto do ramo de uma árvore. Cartmill achou que sua explicação era a mais elegante, porque também explicava outras mudanças evolutivas que são distintas dos primatas. Os primeiros primatas, por exemplo, caçam pela visão mais do que pelo cheiro. Cartmill pensou que a redução na sua capacidade de cheirar era um efeito colateral da convergência dos olhos, simplesmente porque o espaço disponível para o nariz e suas conexões com o cérebro tornaram-se menores, uma vez que foi comprimido pelos olhos.

O neurobiólogo John Allman retomou a hipótese de Cartmill e expandiu-a para se concentrar na predação noturna. Nem todos os predadores, afinal, têm olhos voltados para a frente. Os gatos, os primatas e as corujas têm, mas alguns musaranhos e tordos não, por exemplo. A contribuição de Allman foi sugerir que os olhos voltados para a frente se mostraram benéficos para as criaturas que caçam à noite, como corujas e gatos, porque podem receber mais luz do que os olhos voltados para os lados. Acontece que os primatas primitivos também eram caçadores noturnos, e sua adaptação para a predação noturna pode ter concedido olhos virados para a frente a todos os seus descendentes, incluindo nossa própria espécie.
O neurobiólogo teórico Mark Changizi ainda tem outra ideia. Em 2008, no Journal of Theoretical Biology, ele ofereceu a “hipótese de visão de raio-X”. Em resumo, os olhos voltados para a frente permitiram que nossos antepassados ​​vissem através das folhas e dos galhos densos em seu habitat da floresta. O nome cativante para sua hipótese vem de um fenômeno curioso. “Quando você levanta o dedo verticalmente e fixa seus olhos em algo muito além dele”, ele escreve, “você percebe duas cópias de seu dedo, e ambas as cópias de seu dedo aparecem transparentes.” Assim, você tem a capacidade de “ver através” do seu dedo, como se estivesse vendo com visão de raios-X.
O problema é exclusivo de animais de grande porte nas florestas, como os primatas. Animais menores, como esquilos, sofrem menos porque suas cabeças são pequenas o suficiente para ver entre ramos e folhas. E animais grandes em ambientes não-florestais se saem muito bem com os olhos para os lados.
A razão para nós termos olhos na frente de nossas cabeças não está de forma alguma resolvida. Cada hipótese tem suas próprias forças e fraquezas. Mas se nossos olhos evoluíram para dar conta de pular através de ramos, perseguir insetos saborosos ou para ver através de folhas, pelo menos uma coisa é certa: tudo se resume à vida nas árvores.
Se você está curioso para saber como seria se todos os animais tivessem os olhos para a frente como nós, alguém do Imgur resolveu matar esta curiosidade para nós. O resultado é bastante estranho [BBC]:






(Fonte: HypeScience - Dez/16).

10 FATOS CURIOSOS SOBRE DINHEIRO


10 FATOS CURIOSOS SOBRE DINHEIRO

1º: Maior barra de ouro do mundo

A Maior barra de ouro do mundo, feita pela Mitsubishi Materials Corporation, pesa exatamente 250,2 Quilos. Do tamanho aproximado de uma caixa de sapatos, ela vale 3,7 Milhões de Dólares.
Maior barra de ouro do mundo

2º: Propaganda de vidro blindado da 3M

Propaganda de vidro blindado da 3M, que é um painel de vidro cheio de dinheiro de verdade. Por segurança, um guarda fica 24 horas vigiando o painel para ninguém tentar nada engraçado como atropelá-lo com uma caminhonete.
Propaganda de vidro blindado da 3M

3°: Nota de 10.000 Dólares

Nota de 10.000 Dólares, que era usada para transferir dinheiro de e para bancos. Além dessa, ainda existiam notas de 500, 1.000, 5.000 e até 100.000 Dólares. Essas notas nunca circularam entre a população.
Nota de 10.000 Dólares

4°: 50 milhões de moedas de 1 Centavo de Dólar que fazem parte do “Memorial to the Missing” (Memorial dos perdidos)

Cada moeda representa uma aborto desde a legalização em 1973. Todas essas moedinhas juntas pesam 156 toneladas e valem Meio Milhão de Dólares.
50 milhões de moedas de 1 Centavo de Dólar que fazem parte do “Memorial to the Missing” (Memorial dos perdidos)

5°: Vestido feito com Libras Esterlinas

Vestido feito com Libras Esterlinas no valor de 100,000 Dólares que faz parte de uma propaganda no Reino Unido divulgando um polpudo fundo de Loteria.
Vestido feito com Libras Esterlinas

6°: Quadros feitos com Moedas

Quadros feitos com Moedas de 1 Centavo de Dólar em 2007 por dois artistas plásticos.
Quadros feitos com Moedas

7°: 100 milhões de moedas de 1 Centavo de Dólar arrecadadas para caridade

Medindo 9 metros de largura por 50 de comprimento, o “Campo de metal” que surgiu em Nova York foi avaliado em 1 Milhão de Dólares.
100 milhões de moedas de 1 Centavo de Dólar arrecadadas para caridade

8°: Muralha de ouro do “Federal Reserve Bank of New York”

Localizado a 24 metros do solo, é um dos bancos mais seguros do mundo. Na hora na foto, o banco continha 86 Bilhões em Ouro.
Muralha de ouro do “Federal Reserve Bank of New York”

9°: Maior pepita de ouro

A maior pepita de Ouro já encontrada, é chamada de Pepita Holtermann e foi descoberta em 1872.
Maior pepita de ouro do mundo

10°: A Maior moeda de Ouro já produzida

Pesando 99 Quilos e medindo 50 centímetros de circunferência e 2,5 de grossura, existem mais 2 dessas.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Feliz Natal





mensagens de natal

Bonsai de 391 anos sobreviveu bomba de Hiroshima e continua crescendo

Bonsai de 391 anos sobreviveu bomba de Hiroshima e continua crescendo

Publicado em 23.12.2016

Qualquer árvore centenária já é interessante por si só, mas este bonsai de 391 é ainda mais especial, já que sobreviveu ao ataque nuclear dos norte-americanos à cidade de Hiroshima.
A árvore é da espécie Pinus strobus, e foi plantada em 1625 pela família Yamaki, especialista em bonsais que em 1945 vivia a apenas 3 km de distância do ponto de explosão da bomba que matou 140 mil pessoas. Como um milagre, tanto a árvore quanto a família sobreviveram relativamente sem ferimentos.

Em 1976, o integrante da família e também especialista em bonsais, Masaru Yamaki, presenteou os Estados Unidos com a árvore. Atualmente ela fica no Arboreto Nacional dos EUA, e Washington D.C..
A equipe do arboreto considerava o pinheiro importante por sua técnica de plantação e idade, mas nem desconfiava de sua conexão com o evento histórico. Em 2001, netos de Masaru visitaram o local e explicaram a sua história. [Bored Panda] (Fonte: HypeScience - Dez/16)

Fazer estas 5 coisas na praia afeta a sua saúde. Cuidado!


Fazer estas 5 coisas na praia afeta a sua saúde. Cuidado!

Exposição excessiva ao sol, deixar de beber água e pegar conchinhas na praia trazem riscos à saúde.
  • Com as férias chegando e a preferência para viagens normalmente ser para o litoral, é bom tomar cuidado com algumas coisas muito comuns que as pessoas costumam fazer e que realmente prejudicam a saúde.
  • 1. Exposição excessiva ao sol

    Todo mundo sabe que ficar exposto ao sol durante um dia inteiro na praia causa danos em crianças ou adultos. Mas a ansiedade por estar lá e a necessidade de aproveitar cada minuto interferem e a maior parte das pessoas acaba extrapolando e ferindo seu próprio organismo. As orientaçõesque eram de evitar a exposição ao sol entre 10 e 16 horas (importante observar o horário de verão) aumentaram para 17 ou 18 horas dependendo da força do astro rei. A campanha Dezembro Laranja segue durante todo o mês para alertar e orientar as pessoas quanto aos cuidados relativos à exposição solar. Ficar deitado ao sol ou praticar exercícios na água ou areia requer muitos cuidados e utilização de filtro solar adequado para cada tipo de pele. Queimaduras indesejadas em crianças e adultos são um real transtorno nas férias, exigindo cuidados com medicamentos e até idas a hospital. Porém, o pior fica a longo prazo, pois um câncer de pele demora aproximadamente 20 anos para se manifestar. Este tipo de câncer mata e seus dados estatísticos vêm subindo ano a ano.

  • 2. Deixar de beber água

    Depois das insolações o maior problema enfrentado por quem está na praia é a desidratação. Deixar de beber água e ficar só com outras bebidas como os refrigerantes somados ao calor intenso do local fará com que a pessoa desidrate. Alguns sinais, além de simplesmente ter sede, poderão se manifestar e serão um indício claro de desidratação. Eles podem incluir dores de cabeça, sonolência, tontura ou cansaço. O melhor a fazer ao perceber estes sintomas é beber água aos poucos de meia em meia hora. Água de coco também é um excelente hidratante.
  • 3. Banhar-se em águas poluídas

    Não é muito fácil identificar uma água poluída, especialmente porque micro-organismos nem sempre são escuros e repulsivos. Algumas dicas a seguir são quando fazem menos de dois dias que choveu no local, quando a maré estiver muito baixa, se corre um esgoto da areia à praia, ao perceber excesso de lixo na areia, quando há sinalizações colocadas em placas no local e nos principais jornais da cidade. As doenças que podem ser adquiridas normalmente incluem micoses, verminoses, infecções gastrointestinais provocadas por viroses ou bactérias como shiguella e salmonela, conjuntivite ou hepatite A. O melhor a fazer é buscar um outro local livre de poluição para melhor proteger toda a família.

  • 4. Andar descalço

    Sentir a areia nos pés é muito agradável, porém em praias movimentadas e geralmente poluídas o risco de adquirir doenças indesejadas se torna muito grande. As principais são o bicho geográfico, bicho de pé e outras micoses. Um especialista deverá ser consultado para o tratamento. Sentar ou deitar diretamente na areia ou enterrar-se traz a mesma exposição. Viroses e infecções também podem ser adquiridas através da areia. Lavar bem as mãos e o corpo depois da brincadeira ajuda a diminuir os riscos.
  • 5. Coletar souvenirs

    Uma conchinha, uma bolacha do mar, craca ou qualquer outra lembrancinha pega na areia ou água e levada para casa pode conter insetos, bactérias e vírus muitas vezes invisíveis a olho nu. Se isso ocorrer, as mesmas doenças citadas no item 3 poderão se manifestar.
    A atenção com esses e outros itens na praia quando efetuados de forma sábia e consciente manterão os dias agradáveis e livres de idas a médicos ou hospitais. O cuidado com a saúde não pode tirar férias.
Michele Coronetti é secretária, mãe de seis lindos filhos, gosta de cultura e pesquisas genealógicas.