quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Exercíicio e Depressão


Exercício e depressão | ABC da Saúde

Exercício e depressão
A atividade física regular traz benefícios incontestáveis à saúde. A maior parte destes benefícios já tem comprovação científica, como a redução de mortalidade por qualquer causa, aredução do risco cardiovascular e de acidente vascular cerebral, bem como a redução do risco de alguns tipos de câncer.
No entanto, o efeito doexercício sobre a depressãoainda não está completamente esclarecido, apesar de alguns estudos indicarem um benefício.
A principal questão envolvida na relação exercício - depressão é a associação bidirecional dos componentes, o que impõe limitações à interpretação da maior parte dos estudos. Indivíduos deprimidos têm menor probabilidade de praticar atividade física regular e isto produz um viés quando se associa frequência de atividade física com sintomas de depressão num período curto de tempo. Em geral, as associações apontam para uma relação positiva, ou seja, as pessoas que se exercitam mais têm menos depressão. Porém, pode-se interpretar isto também pelo outro lado da questão, que as pessoas que se exercitam mais o fazem porque têm menos depressão. A depressão pode desabilitar o indivíduo para a atividade física e, portanto, uma indicação de direção da associação fica muito menos clara.
Uma forma de superar, ou pelo menos diminuir, esta dificuldade metodológica é produzir estudos prospectivos onde um grande grupo de pessoas é acompanhado por um longo período de tempo.
Uma pesquisa deste tipo teve os seus resultados publicados no dia 15 de outubro na edição online da revista científica americanaJAMA Psychiatry. Cerca de 11 mil pessoas nascidas em uma mesma semana do ano de 1958 na Grã Bretanha foram acompanhadas até o ano de 2008 quando completaram 50 anos. O grupo foi avaliado por quase três décadas, com exames específicos aos 23, 33, 42 e 50 anos. A depressão foi medida por uma escala de sintomas e a frequência de atividade física por meio de questionário.
Os resultados, após análise estatística, demonstraram que as pessoas que se exercitavam mais tiveram menos sintomas de depressão. O aumento de atividade física nas pessoas inativas de qualquer idade também foi associado a uma redução dos sintomas de depressão nos anos subsequentes.
Apesar do estudo não provar uma relação direta de causa e efeito, os achados sugerem que a atividade física pode diminuir os sintomas de depressão na população em geral. Além disso, o estudo sugere também que a depressão no início da vida adulta pode ser um empecilho para o indivíduo desenvolver uma atividade física regular.
Autor:Dr. Gilberto Sanvitto - ABC da Saúde

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Os metais e a saúde humana


Os metais e a saúde humana 

 


 

Os íons metálicos são necessários para muitas das funções vitais do organismo humano. A ausência de alguns deles pode ocasionar sérias doenças, tais como: anemia, por deficiência de ferro; retardamento do crescimento de crianças, por falta de zinco; e má formação óssea em crianças, por falta de cálcio. Alguns metais e semi-metais, por sua vez, quando presentes no organismo humano, podem causar intoxicações. São exemplos clássicos: o arsênio, o chumbo, o cádmio e o mercúrio. Neste artigo, são apresentadas algumas das funções desempenhadas por metais essenciais para o corpo humano, assim como os principais alimentos necessários em nossa dieta alimentar, que contém estes metais

Grande parte dos elementos químicos que compõem a tabela periódica está presente no organismo humano. Tais elementos aparecem de forma combinada nas mais variadas substâncias, desempenhando diferentes funções. É interessante destacar que tais substâncias estão em contínuo estado de rotatividade, sendo formadas e consumidas a velocidades que variam de frações de segundos até anos. Um homem adulto, de 70kg, apresenta em seu organismo cerca de 7kg de hidrogênio, 12,6kg de carbono, 2,1kg de nitrogênio, 45,5kg de oxigênio (este é o elemento químico mais abundante no nosso corpo), 700g de fósforo, 175g de enxofre, 105g de sódio, 140g de potássio, 1,0kg de cálcio, 35g de magnésio, 2,3g de zinco e 4,2g de ferro.

Tratando-se particularmente dos metais e de suas funções no corpo humano, destaca-se o cálcio, presente nas estruturas ósseas e no esmalte dos dentes, na forma de hidroxiapatita, Ca5(PO4)3(OH). O sódio e o potássio contribuem para o balanço osmótico em membranas celulares, e o ferro está presente na estrutura de uma molécula conhecida como hemoglobina, responsável pela absorção e transporte de oxigênio no sangue.

É importante destacar, ainda, vários outros metais, sem os quais a vida humana não existiria. Entre eles estão o crômio, o manganês, o cobalto, o níquel, o cobre e o molibdênio, envolvidos em processos metabólicos que regulam a produção de energia e o bom funcionamento do corpo humano.

A falta ou o excesso de metais ou de quaisquer outros elementos químicos pode ser prejudicial à saúde. Ou seja, um desequilíbrio na concentração de alguns destes elementos pode levar a pessoa à morte. Como manter, então, o equilíbrio e o bom funcionamento do nosso corpo sem acúmulo ou escassez dos elementos essenciais? A resposta é, evidentemente, muito simples, e por muitos já conhecida: basicamente, com uma alimentação balanceada. Os principais metais presentes no corpo humano e algumas de suas fontes alimentícias são:

· cálcio: leite e queijos;

· sódio: carnes, manteiga e peixes;

· potássio: frutas secas, nozes, carnes, vegetais e peixes;

· magnésio: cereais e verduras;

· ferro: fígado, carnes, ovos, cereais e frutas;

· cobre: fígado, nozes e frutos do mar;

· cobalto: ervilhas e feijão;

· zinco: fígado, gema de ovo, queijos e carnes;

· manganês: cereais, nozes, café e farinha;

· crômio: carne de boi e fígado;

· molibdênio: trigo, cevada, aveia e fígado bovino;

· níquel: espinafre e nozes.

Entre os metais e os semimetais que causam graves distúrbios ao organismo quando absorvidos, podem ser citados o arsênio, o chumbo, o mercúrio e o cádmio. O arsênio pode ser absorvido pelo organismo através do sistema gastrointestinal, causando graves doenças cardiovasculares, renais, intestinais e até a morte. De forma mais abrangente e, infelizmente, tão prejudiciais à saúde quanto o arsênio, estão os chamados metais pesados. O chumbo, por exemplo, pode causar intoxicação basicamente através da absorção pelo sistema gastrointestinal e pelas vias respiratórias. Provoca distúrbios neurológicos (dores de cabeça, convulsões, delírios e tremores musculares), gastrointestinais (vômitos e náuseas) e renais. Elevadas concentrações de chumbo podem levar à morte.

O mercúrio causa intoxicações nas suas três formas: o mercúrio metálico, os sais de mercúrio e os compostos organomercúricos. Assim como no caso do chumbo, suas principais vias de absorção são o sistema gastrointestinal e o sistema respiratório. Quando absorvido, o mercúrio pode causar danos neurológicos e respiratórios, disfunções renais e gastrointestinais, distúrbios visuais, perda de audição, tremores musculares, paralisia cerebral e até a morte. Como o mercúrio é utilizado na extração do ouro, muitos trabalhadores de garimpos são intoxicados por este elemento químico. O cádmio, bastante citado em noticiários por fazer parte da composição de baterias de telefones celulares, pode causar intoxicação aguda ao corpo humano, sendo que seus efeitos mais marcantes são os distúrbios gastrointestinais (dores abdominais, náuseas e vômitos) e paralisia renal.

O tratamento para intoxicações causadas por chumbo, mercúrio e cádmio está basicamente centrado na utilização de antídotos, que são substâncias químicas de diferentes classes. Algumas destas substâncias recebem o nome de agentes complexantes ou quelantes e podem ser naturais ou sintéticas. Quando chegam ao organismo, esses antídotos se ligam aos íons metálicos que causam a intoxicação e formam compostos de elevada estabilidade que depois são eliminados, em geral pela urina. Alguns exemplos de complexantes são a penicilamina, o EDTA, o dimercaprol e o ácido 2,3-dimercaptosuccínico (DMSA).

Apesar de existirem antídotos, é de vital importância a rígida atuação dos profissionais ligados à saúde, sobretudo em ambientes de trabalho, para evitar que trabalhadores com pouca instrução e conhecimento venham a ser contaminados por metais como chumbo, mercúrio e cádmio.


Antonio Carlos Massabni
Instituto de Química – Araraquara - UNESP - Fonte: CRQ/IV

domingo, 10 de setembro de 2017

Como as pessoas em 15 estados físicos diferentes veem o mundo

Como as pessoas em 15 estados físicos diferentes veem o mundo

Você já pensou que as pessoas ao seu redor podem ver sua realidade comum de uma maneira completamente diferente?
Pessoas com problemas de visão podem contemplar a mesma cena de forma distinta. Pessoas intoxicadas também, e assim por diante.
Descubra como indivíduos em quinze estados físicos diferentes olham para o mundo:

Saudável e sóbrio


É assim que um adulto saudável e sóbrio vê o mundo.

Com estrabismo


Costuma-se acreditar que uma pessoa com estrabismo vê uma imagem dupla ou pode ver em diferentes direções ao mesmo tempo. A verdade é que o cérebro ignora o que um de seus olhos vê, então a imagem não é dobrada. Em outras palavras, você pode saber como uma pessoa com estrabismo vê o mundo cobrindo um de seus olhos com a mão.

Com miopia


A miopia é quando você consegue ver objetos próximos de você relativamente bem, enquanto os objetos distantes ficam embaçados.

Com hipermetropia


É o contrário com a hipermetropia: você não pode ver direito o que está bem na sua frente, enquanto o plano de fundo é claramente visível.

Com cegueira legal


Isso é o que as pessoas que são praticamente cegas veem (o que é chamado de “cegueira legal”). Elas podem distinguir formas abstratas, cores e luz. No entanto, são consideradas cegas porque não conseguem levar a mesma vida de uma pessoa com visão saudável.

Com perda tardia da visão


Pessoas que não nasceram cegas, mas perderam a visão mais tarde em suas vidas, normalmente veem o mundo assim: ainda têm percepção parcial, mas só podem distinguir luz da escuridão.

Com cegueira total


A cegueira completa parece escuridão. No entanto, uma pessoa cega não define o mundo ao seu redor como preto ou escuro, pois ele simplesmente não sabe o que é a cor preta ou a escuridão em geral. Aliás, também não veem nada em seus sonhos.

Com deuteranomalia


Existem várias formas de daltonismo. A imagem acima mostra como as pessoas com a forma mais comum enxergam: deuteranomalia. Com este desvio, todas as cores (especialmente verdes e vermelhas) perdem um pouco de saturação.

Um recém-nascido


Isto é o que um bebê recém-nascido vê: a imagem é quase completamente borrada. Basicamente, só pode notar a presença ou ausência de luz.

Bebê de um mês


Depois de um mês, o bebê começa a perceber grandes objetos ou objetos a cerca de 20 centímetros de distância. Por exemplo, podem perceber sua mãe durante a amamentação.

Bebê de três meses


Após 3 meses, uma criança é capaz de discernir os rostos dos pais. Após 6 meses (foto acima), começa a perceber as cores, especialmente vermelho e amarelo.

Bêbado


Obviamente, é preciso mais do que um copo de vinho para enxergar deste jeito. Esta imagem ilustra a visão de uma pessoa com grave intoxicação alcoólica.

Depois de fumar maconha


Depois de fumar cannabis, a visão fica semelhante à de uma pessoa ligeiramente bêbada.

Depois de usar LSD


Se você deseja sentir um efeito visual leve semelhante ao LSD, dê uma olhada na simulação de vídeo abaixo. Você tem que assisti-lo em tela cheia e ler todas as letras sem parar para que tenha efeito.

Depois de usar cocaína


Você pode ver algo semelhante ao efeito da cocaína no filme “Limitless”. Esta droga exacerba todos os sentimentos: as imagens tornam-se mais brilhantes e um pouco distorcidas.

Depois de usar heroína


Os efeitos visuais não são tão importantes com a heroína, porque quando uma pessoa usa essa droga, sua vida de repente perde qualquer sentido e seu corpo fica sobrecarregado de euforia. [BrightSide]
(Fonte:HypeSciene  Set 17)

sábado, 9 de setembro de 2017

Hambúrguer


Hambúrguer
Quem pensou que o hambúrguer foi criado pelos americanos está redondamente enganado, pois os americanos só conheceram a “novidade” em 1904, durante a Feira Mundial de Saint Louis.
O hambúrguer descobriu a América na segunda metade do século XIX, levado pelos imigrantes alemães embarcados no porto de Hamburgo - razão pela qual seu primeiro nome no Novo Mundo foi “hamburg steak”.  Era uma comida rústica. Os primeiros que a apreciaram nos Estados Unidos foram os marinheiros, que aproveitavam a carne entre dois pedaços de pão para mastigar algo enquanto trabalhavam.

Suas origens, no entanto, podem ser encontradas no passado remoto.

Durante os séculos XII e XIII, a Europa conheceu as invasões dos chamados mongóis.
Entre os povos que se agrupavam sob essa denominação estavam os tártaros, tribos nômades guerreiras que habitavam as estepes russas.

Os tártaros introduziram na Europa a técnica de moer a carne dura e de má qualidade para torná-la mais digerível. Diz a lenda que os cavaleiros tártaros costumavam levar a carne crua embaixo da sela quando galopavam em sua incursões guerreiras. Na hora de comer, o bife tártaro já tinha se tornado uma pasta. O que se sabe com certeza é que os tártaros foram os que apresentaram o hambúrguer aos hamburgueses. Esses ficaram com a fama de terem sido os inventores do futuro sanduíche.

Foi somente em 1921 que surgiu a primeira cadeia de lanchonetes do país, chamada White Castle. Vendia-se nelas um hambúrguer cozido no vapor e cheio de cebola: o prato talvez não fosse especialmente apetitoso, mas seu preço com certeza era: 5 centavos de dólar.

As lanchonetes começaram a chegar ao Brasil em 1952, quando o tenista americano Robert Falkemburg fundou o primeiro Bob’s em Copacabana, no Rio de Janeiro.(Fonte: JBSiva- SJdelRei-MG)

5 dicas que utilizo para você melhorar agora sua escrita


5 dicas que utilizo para você melhorar agora sua escrita

Escrever é necessário, agradável e muito importante que seja de uma forma que atinja seu objetivo, afinal de nada adianta transmitir um conteúdo se ele não for recebido da maneira correta ou de forma agradável ao leitor.

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Philipe Monteiro Cardoso, Advogado

Olá pessoal tudo bom? No artigo de hoje, quero passar para você algumas dicas das quais já utilizo para que você melhore a partir de agora sua escrita.
1ª dica - Escreva sobre algo que você ame ou tenha conhecimento 
A primeira dica, pode até parecer chover no molhado, mas é muito importante. Quando escrevemos sobre algo que já temos conhecimento, torna-se muito mais fácil tratar do assunto com autoridade, ser mais direto e mais claro naquilo que pretendemos abordar.
Um conselho que eu dou a vocês, é que não é preciso ter o conhecimento daquele conteúdo hoje para elaborar um bom artigo sobre o tema amanha, para isto basta estudar a matéria, beber de diversas fontes e organizar o conteúdo para distribuir da forma que você considere de melhor compreensão ao leitor.
Muito provavelmente, você ao elaborar seu TCC, tenha tido diversos temas em mente onde provavelmente nem sabia por onde começar a abordagem, mas após pesquisar sobre o assunto, tornou-se apto a emitir uma opinião sobre o assunto e conseguiu elaborar um conteúdo de qualidade.
Portanto, escrever sobre algo que se tenha conhecimento, é o primeiro fator que irá lhe ajudar a produzir conteúdos melhores. E lembre-se, não é preciso ter a expertise daquele conteúdo hoje. Se você gosta da área trabalhista ou qualquer outra, entretanto não tem muito conhecimento no assunto, basta se aprofundar e com certeza você estará apto e emitir excelentes opiniões sobre o tema.
2ª dica - Evite o "juridiquês" ou qualquer outro termo que torne difícil o entendimento do seu texto
Já foi a época que as pessoas se impressionavam com quem utiliza jargões rebuscados, inclusive com o advento da internet, os textos se tornaram cada vez mais claros e de fácil compreensão.
Como já falei em artigos anteriores, vivemos tempos líquidos, onde as pessoas querem cada vez mais consumir conteúdo de forma rápida. Inclusive este artigo deve estar sendo lido apenas em partes por muitas pessoas, ou por falta de tempo, paciência ou simplesmente preguiça.
Outro ponto importante sobre esta dica, é que seu texto poderá ser lido por diversos públicos, e você deve pensar em qual deles você pretende atingir. Um artigo voltado para profissionais do direito, deve ter uma abordagem diferente para aquele focado a possíveis clientes, um texto de doutorado, terá uma escrita diferente de uma graduação e por ai vai.
Portanto, se você pretende atingir um público geral na internet ou para possíveis clientes, evite jargões de difícil entendimento ou qualquer outro termo que tornará seu texto de difícil compreensão pelo leitor.
Por fim, importante ressaltar que termos como "vc" e "fds", devem ser completamente descartados do seu vocabulário, seja em um post descontraído em sua rede social, seja em um artigo jurídico, ressalvando apenas sua conversa com familiares e amigos. Mas lembre-se, jamais fale com um cliente utilizando estes termos.
Vale destacar que escrever de forma descomplicada, não significa escrever errado.  
3ª dica - Utilize uma estrutura textual que torne seu conteúdo leve para o leitor 
A minha terceira dica vai para que você se atente também a estrutura do seu texto, organizar parágrafos, fontes, títulos e subtítulos, são técnicas poderosas que tornarão seu texto de fácil compreensão e muito mais leve para o leitor.
Você provavelmente já deve ter notado que textos grandes e sem parágrafos são muito mais difíceis de ler que um bem estruturado.
No vídeo acima, trago 02 exemplos de um texto idêntico formatado de formas diferentes onde você notará a diferença na leitura
4ª dica - Evite dar voltas
Algumas pessoas as vezes se empolgam na hora da escrita e acabam passando da conta na hora de tentar esclarecer sobre um determinado assunto.
Com certeza você já deve ter se visto falando sobre um assunto, seja de forma escrita ou mesmo falada, onde acabou tocando no mesmo ponto algumas vezes até concluir seu pensamento.
Em um texto, isto se torna brutal para deixar seu conteúdo pesado de forma desnecessária, portanto sempre que possível, evite falar a mesma coisa mais de uma vez.
5ª dica - Sempre revise seus textos
Esta talvez seja a dica mais importante de todas, o processo de revisão.
Revisar é um processo tão importante quanto o criativo para se criar um bom conteúdo, através da revisão, podemos corrigir falhas na abordagem do nosso material e acrescentar informações perdidas e de grande importância no entendimento do tema.
Dentro deste conselho, considero de grande importância revisar o material após 1 ou 2 dias de criado, este tempo se faz necessário para que você "refresque" sua mente e possa ler o conteúdo sem tanta influência do momento em que escreveu, afinal sua mente trabalha tanto na hora de criar um texto que todas aquelas informações permanecem ao mesmo tempo na sua cabeça, fazendo com que você acabe desconsiderando alguma coisa no momento da revisão.
Estas foram algumas dicas que considero de grande importância na hora de criar textos, espero que elas lhe ajudem assim como me auxiliam diariamente.
Não deixe de se inscrever no canal do Youtube: http://www.youtube.com/cardosoadv?sub_confirmation=1  


terça-feira, 5 de setembro de 2017

Desidrose

Pouco conhecida, a doença favorece o aparecimento de pequenas bolhas nas palmas das mãos e na região plantar dos pés
Erupção Disidrosiforme
A desidrose, também chamada de pompholyx ou eczema desidrótico, é uma doença de pele onde há o surgimento de pequenas bolhas, também chamada de vesículas, em palmas das mãos e na região plantar dos pés (sola dos pés) ou em ambos. As bolhas que ocorrem na desidrose duram aproximadamente três semanas e causam intensa coceira. Depois desse tempo, as bolhas secam e descascam e podem causar rachaduras na pele que serão dolorosas.
As causas da desidrose ainda não são conhecidas. No entanto, existem fatores que podem desencadear o quadro. Existem pessoas que tem uma alergia a metais, como níquel, presente em bijuterias e em altas quantidades em alguns alimentos como enlatados, feijão, cebolas, milho. Outras doenças de pele, conhecidas como dermatite atópica, infecções dos pés por fungos nos pés ou mesmo estresse emocional ou fatores ambientais como mudança súbita do clima, temperatura muito quente ou fria ou excesso de umidade podem exacerbar o quadro.
O diagnóstico na maioria das vezes pode ser realizado sem dificuldades pelo médico através de um bom exame físico, mas alguns exames podem ser realizados para excluir outras condições, como pesquisa de fungos ou teste para alergia.

O tratamento nos quadros leves pode ser feitos com compressas antissépticas, cremes com corticóides e anti-histamínicos. Outros tratamentos também estão disponíveis, como o uso de toxina botulínica (botox), fototerapia ou pomadas com imunossupressores. Nos pacientes comprovadamente alérgicos é imperativo evitar o contato com o metal que causa alergia. Uma avaliação com seu dermatologista é fundamental para o diagnóstico e tratamento adequados ao seu caso.

Rubens Pontello Júnior - dermatologista (Londrina)

1 em cada 2 pessoas possui esses direitos e não sabe. Você é uma delas?


1 em cada 2 pessoas possui esses direitos e não sabe. Você é uma delas?

As pessoas, por não conhecerem seus direitos, perdem acesso a benefícios que fariam muita diferença no orçamento e qualidade de vida.

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Publicado por Doutor Multas


Os direitos a que nos referimos são as isenções do IPVA e da lei do Rodízio de Veículos e a previsão legal para compra de carros 0km com desconto. Os beneficiários são as pessoas com deficiências físicas e mentais, autismo, algumas doenças crônicas e com redução da mobilidade e movimentos.
A Lei nº 10.690 de 2003 descreve alguns dos direitos dessas pessoas de adquirirem um carro 0km com isenção de impostos. Na prática, os descontos podem chegar a 30% do valor total do veículo. No entanto, aqueles que desejam usufruir desses benefícios devem estar atentos aos pré-requisitos e ao processo a ser realizado para obtê-los.
A seguir, explicaremos o funcionamento dessas leis, quais são as condições que se enquadram nelas e como fazer para conseguir essas isenções.
Quem são os beneficiados
Os beneficiados pelos descontos são pessoas com deficiência física ou mental, algum tipo de redução de mobilidade, doenças crônicas e autismo. Também tem direito aqueles submetidos a tratamentos cujo resultado é a perda de força e com recomendação médica de evitar esforços.
Algumas das pessoas que podem requerer os descontos devem ser/possuir:
· Paraplégicos
· Tetraplégicos
· Amputados
· Tendinite crônica
· Paralisia
· Autismo
· Diabetes
· HIV
· Deficiências mentais
· Hérnia de disco
Para indivíduos impossibilitados de dirigir, pode-se nomear um curador ou responsável que será o motorista do carro adquirido com o desconto. No entanto, o veículo permanecerá registrado no nome do beneficiário com plena capacidade jurídica ou de seu representante legal.
O próprio beneficiado pode entrar com o processo ou designar um representante por procuração para tal. Em alguns casos, a própria concessionária onde é feita a aquisição do veículo paga pelos serviços desse representante profissional.
Pré-requisitos
Os veículos adquiridos com desconto do IPI possuem alguns pré-requisitos estabelecidos na lei, em seu artigo 1º. O carro adquirido com os descontos deverá ser de fabricação nacional.
A lei também determina que a cilindrada do motor não pode ultrapassar os 2 mil centímetros cúbicos. Ainda, o veículo precisa ter no mínimo 4 portas, incluindo a do bagageiro, e ser movido a combustível renovável ou de combustão.
No caso de isenção do ICMS (Imposto sobre Comercialização de Mercadorias e Serviços), o valor do carro precisará ser de até 70.000. Para ficar isento do IPI, no entanto, não há preço limite.
Se o condutor do veículo for quem possui a deficiência, limitação ou condição prevista na lei, ele deve possuir a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) Especial, na qual consta a informação de necessidade especial.
O carro precisa ter todas as adaptações necessárias de acordo com as recomendações médicas. Além disso, os beneficiados pelos descontos devem permanecer com o veículo adquirido com isenção pelo período mínimo de 2 anos.
Se o beneficiário vender o carro em período inferior ao disposto na Lei nº 10.690/03, ele será obrigado a pagar os valores atualizados referentes aos impostos dos quais recebeu isenção.
Carro 0km com desconto


Os descontos em carros 0km são referentes à isenção de impostos no momento da compra. Esses impostos são o IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
A isenção do IPI é aplicável a todos os veículos adquiridos por pessoas com deficiências ou limitações que se encaixem na legislação, independente do valor do carro. O ICMS, por sua vez, só é retirado do custo total de veículos com valor máximo de R$ 70.000,00.
O processo para obter os descontos possui algumas etapas que devem ser seguidas. A primeira delas é obter um laudo médico que comprove a deficiência, limitação ou outra condição. Esse laudo deverá ser levado ao médico do DETRAN (Departamento Estadual de Trânsito), que determinará a necessidade do veículo para o paciente e, se for o caso, as adaptações que o carro deve possuir, se deverá ser de câmbio automático, entre outras.
A etapa seguinte consiste na obtenção da CNH Especial que possua a informação de condutor com necessidade especial, para aqueles que ainda não a possuírem. A atualização da CNH deve ser feita em CFC (Centro de Formação de Condutores) especializado, onde haverá possibilidade de realizar aulas com o carro adaptado à condição do motorista.
Em seguida, já será possível entregar, na Receita Federal, a documentação para isenção do IPI, que pode chegar a 15% do valor total do automóvel. Após, o motorista deverá realizar a solicitação de isenção de IOF também na Receita Federal.
Aí então deverá escolher o modelo mais adequado às suas necessidades, para assim encaminhar a documentação necessária para solicitar a isenção do ICMS. Isso pode ser obtido na própria concessionária onde ocorrerá a aquisição do carro. Esse documento será entregue à Secretaria da Fazenda.
O processo pode levar de 3 a 6 seis meses, dependendo do Estado em que é solicitado e da integralidade dos documentos entregues.
Isenção de IPVA
O pedido de isenção do IPVA será feito já em posse do veículo. Também é possível solicitar o benefício para carros usados, e não somente para os 0km.
A solicitação deve acontecer junto à Secretaria da Fazenda e, para obter isenção desse imposto, é necessário que o veículo possua todas as adaptações de acordo com o laudo do médico do DETRAN.
Isenção do Rodízio
O rodízio de veículos é um sistema adotado em grandes cidades onde o fluxo de veículos é alto e compromete a mobilidade. Assim, as limitações para circulação acontecem em um período do dia e, por meio dos números finais das placas dos automóveis, de acordo com os dias da semana. Isso contribui para uma diminuição do número de carros nas vias em horários de grande movimento.
No Brasil, a única cidade a adotar o sistema é São Paulo. Para pessoas com deficiência que vivem na cidade, é possível solicitar de isenção da Operação Horário de Pico, nome dado ao sistema de rodízio na capital paulista.
Para obter essa isenção, o interessado deve dirigir-se à Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes com o Requerimento de Isenção do Rodízio e todos os documentos exigidos.
O Brasil é um país desenvolvido em relação às políticas e às leis que assistem pessoas com deficiência e necessidades especiais. Esses direitos servem para facilitar a vida de pessoas com necessidades específicas para quem um veículo se mostra necessário, tornando a compra de um carro 0km mais acessível.
Gostou do artigo? Conte-nos a sua opinião sobre o assunto.
Fontes:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.690.htm
https://doutormultas.jusbrasil.com.br/noticias/485894648/lei-garante-direitoacompra-de-carro-com-desconto
http://isentotal.com.br/
http://quatrorodas.abril.com.br/auto-servico/como-funcionaaisencao-de-impostos-para-deficientes/