domingo, 13 de janeiro de 2019

Esta é uma lição de casa de 1.800 anos do Egito antigo

Esta é uma lição de casa de 1.800 anos do Egito antigo

Por , em 12.01.2019
A vida infantil no Egito Antigo não era só mergulhar no rio Nilo e brincar com gatos; aparentemente, envolvia lição de casa também.
Pelo menos se você fosse do sexo masculino e bem-nascido. Naquela época, a educação formal era quase exclusivamente o reino dos homens de famílias ricas.
Um tablete de cera de 1.800 anos que remonta ao Egito do século II dC, na época sob o controle do Império Romano, revela que tipo de ensino era oferecido a crianças em idade escolar.A identidade do aluno é desconhecida.

Leitura, matemática e conselhos de vida

O tablete revela uma lição em grego antigo, incluindo um exercício de leitura e escrita e uma tabela de multiplicação. As linhas foram presumivelmente feitas por um professor.De acordo com Peter Toth, curador da exposição na qual o tablete será mostrado, as frases não eram apenas destinadas à prática do alfabeto, mas também transmitiam lições morais.
“Não são apenas as mãos e os dedos, mas também a mente que está sendo instruída aqui”, disse Toth ao portal Live Science.
Algumas das sábias recomendações incluíam “Você deve aceitar conselho apenas de um homem sábio” e “Você não pode confiar em todos os seus amigos”.

Escola antiga

A cera é escurecida para mostrar melhor as palavras, como uma precursora dos quadros-negros.
Ela teria sido derretida, despejada em uma moldura de madeira e deixada para secar, permitindo que alguém com uma ferramenta afiada a riscasse.
Acredita-se que esses tipos de tabletes eram usados com uma espécie de estilete, um objeto com uma ponta afiada (para deixar marcas) e outra plana (capaz de remover erros na cera quando aquecida).
Este tablete é mais ou menos do tamanho de um livro de bolso ou (profeticamente) de seu tablet eletrônico moderno.

Exibição

O fato de que o tablete tenha sobrevivido por quase 2.000 anos é impressionante. Cera normalmente se decompõe na umidade, de modo que o clima seco do Antigo Egito teria ajudado a preservá-la.
O objeto, adquirido pela Biblioteca Britânica de Londres em 1892, não entra em exibição desde a década de 1970.
Agora, estrelará a mostra “Writing: Making Your Mark”, que explora 5.000 anos de escritas de civilizações antigas até os dias modernos, a partir de abril de 2019. [IFLS] - Fonte: HScyence - Jan/2019

sábado, 12 de janeiro de 2019

Previdência: países misturam repartição e capitalização; saiba como funciona

Previdência: países misturam repartição e capitalização; saiba como funciona

Regime de 'contas virtuais' junta sistema de repartição, usado atualmente no Brasil, com o de capitalização, que equipe econômica quer introduzir na proposta de reforma da Previdência.

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

O Brasil conta atualmente com um sistema previdenciário chamado de "repartição", no qual as aposentadorias são pagas com o dinheiro arrecadado das contribuições dos trabalhadores na ativa.
Mas, na proposta de reforma da Previdência a ser enviada ao Congresso, a equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro já indicou que quer promover uma mudança para o regime de capitalização – no qual os benefícios são pagos pelas contribuições feitas no passado pelos próprios trabalhadores.
Em países nórdicos, como Suécia e Noruega, entre outros, o sistema é um híbrido, conhecido também como de "contas virtuais", ou "contas nacionais", que fica no meio do caminho entre os regimes de repartição e de capitalização. Esse sistema estabelece idades mínimas para a aposentadoria, normalmente acima dos 60 anos.
No sistema de contas virtuais, as contribuições dos trabalhadores da ativa financiam os benefícios de aposentados e pensionistas – como em um regime de repartição –, mas os benefícios são calculados de acordo com as contribuições feitas pelos beneficiários no passado, acumuladas e indexadas por taxas de juros “virtuais” – como em uma conta individual de um regime de capitalização.
De acordo com especialistas, esse sistema poderia ser a solução para evitar perdas bilionárias na transição buscada pelo governo Bolsonaro da repartição para a capitalização – uma equação sobre a qual a equipe econômica está debruçada neste momento.
Essas perdas na mudança dos regimes, que segundo economistas poderiam superar R$ 400 bilhões, ocorreriam porque, uma vez feita a mudança para o sistema de capitalização, os trabalhadores passariam a contribuir para sua aposentadoria individual, deixando de pagar os benefícios dos trabalhadores que já estão aposentados.
Reforma da Previdência da equipe econômica propõe capitalização
Reforma da Previdência da equipe econômica propõe capitalização

Sistema híbrido

De acordo com o consultor legislativo do Senado Federal, Pedro Fernando Nery, que fez um estudo sobre regime de contas virtuais, o sistema é utilizado em países como Suécia, Noruega, Letônia, Polônia e Itália.
Outras nações, como Mongólia, Quirguistão, Azerbaijão e Turcomenistão, na Ásia, e o Egito, na África, também têm sistemas de contas virtuais, embora com distinções em relação ao desenho europeu.
Para ele, o sistema de “contas virtuais” aproveitaria as vantagens dos dois regimes: a solidariedade do financiamento por repartição e a relação mais clara entre contribuição-benefício do sistema de capitalização.
Nas contas do analista, a simples transição de um regime de repartição, que vigora atualmente, para o de capitalização custaria cerca de R$ 407 bilhões no caso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que atende aos trabalhadores do setor privado, e outros R$ 15,7 bilhões para os servidores públicos.
No sistema híbrido, segundo avaliação de Nery, não haveria perdas na transição de um regime de repartição para o de capitalização porque as contribuições dos trabalhadores na ativa continuariam financiando os benefícios previdenciários, e nada seria investido no mercado financeiro.
De acordo com Paulo Tafner, especialista em previdência social que também auxiliou a atual equipe econômica com propostas, a adoção desse sistema poderia ser uma possibilidade para evitar perdas com a mudança da repartição para capitalização. “A vantagem é que não perde receita”, declarou.
Porém, ele avaliou que o regime não é de “entendimento trivial” e isso poderia gerar dificuldade de compreensão.
“Imagina que o dinheiro dele está ali, mas não está ali. Não é de capitalização, apesar de simular capitalização. Imagina explicar isso para o trabalhador brasileiro”, afirmou.
Ele lembrou que na Suécia, onde esse sistema está sendo aplicado, as pessoas têm maior grau de instrução e homogeneidade de rendimentos.
"Lá [Suécia], teve dificuldade de entendimento. É um sistema interessante, tem muitos méritos, porque ajuda a equilibrar o sistema de repartição, mas é bastante complicado para um trabalhador mediano no país. Acha que tem [dinheiro] na conta, mas não tem. Aparece no extrato o valor, mas não tem aquele dinheiro”, afirmou.
 — Foto: Juliane Monteiro/G1  — Foto: Juliane Monteiro/G1
— Foto: Juliane Monteiro/G1

Correção dos depósitos

No sistema híbrido, as taxas de juros utilizadas para corrigir o valor das dos benefícios costumam se basear no crescimento de salários, da massa salarial ou do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, dependem do crescimento da produtividade e do emprego, refletindo, portanto, a própria capacidade da sociedade de pagar os benefícios. Também considera a a expectativa de vida.
Esse regime, porém, transfere os riscos demográficos e econômicos para o beneficiário. Se, por exemplo, a massa salarial, a produtividade e o emprego recuarem, o valor do benefício também cai.
O consultor legislativo Pedro Nery afirma que esse sistema foi colocado à prova na própria Suécia, onde nasceu, após a crise europeia – uma vez que os ajustes automáticos levaram a cortes anuais consecutivos no valor dos benefícios.
“Apesar das pressões políticas, o governo bancou o desenho do sistema, que segue inalterado. Frise-se que os cortes em casos de retração econômica possuem um limite mensal”, explicou em seu estudo sobre o assunto.
Para fazer uma reforma da previdência mais profunda, por meio de mudança na Constituição, são necessários os votos de ao menos 308 dos 513 deputados em dois turnos de votação na Câmara dos Deputados, antes de seguir ao Senado.
Fonte: g1/Globo - 12012019

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

É na crise que o verdadeiro líder aparece


É na crise que o verdadeiro líder aparece


ADVOGADO DIGITAL
Publicado por ADVOGADO DIGITAL



Crises, todas elas, indistintamente, são momentos de intensa aprendizagem. Nesses períodos, e já passamos por vários, sentimos medo, desânimo, desejo de ficar parado esperando que tudo passe. Essas são reações naturais, instintivas, porém, inadequadas. Quanto mais profunda a crise, maior a necessidade de deixar de lado o modo como agiríamos naturalmente e passar a fazer o que de fato precisa ser feito: gerenciá-la com competência e, sobretudo, lidar bem com as mudanças que ela demandará de nós.
O que significa, na prática, olhar para frente e marchar debaixo da tempestade? Aqui vão algumas das práticas que temos implantado nas empresas que buscam nosso apoio nessa caminhada. Esperamos que sirvam de inspiração para você e para a sua equipe.
1) Embarque no helicóptero
Isso significa elevar a perspectiva e olhar do alto para a crise e para as oportunidades competitivas que nascem dela. A competitividade não se resume à dimensão material e muito menos ao fluxo de caixa. É bem possível que as saídas estejam por perto, porém sejam invisíveis para você, que se sente atolado resolvendo o caixa. Observar os concorrentes e as mudanças de hábitos dos clientes pode abrir rotas muito interessantes. Essa prática melhora a qualidade do diagnóstico e possibilita enxergar alternativas para se recuperar mais rápido do que as outras empresas.
2) Identifique e use suas forças
O que sua empresa oferece naturalmente e com excelência? O que lhe assegura a preferência do cliente e esteve sempre presente nas melhores vendas? No que vocês são bons? Esses pontos devem ser potencializados em uma crise. Um ditado americano diz que, em tempos ruins, só o que é realmente bom vende. Pense no que faz sua empresa fechar os melhores negócios e turbine essa especialidade.
3) Preserve a moral das tropas
É a sua equipe que fará a diferença agora. Não só os gerentes. Todos, independentemente do nível hierárquico, podem ajudar. Para que isso de fato ocorra, invista muito na comunicação. Essa sensibilidade por parte do líder é vital num momento em que os times estão assustados, o que tende a desviar o foco do cliente e a gerar ações de autopreservação. A comunicação se deteriora e a produtividade, que deveria subir, acaba caindo sensivelmente nesses períodos. Daí a importância de escutar mais do que nunca o que cada um tem a dizer.
4) Não pare a inovação
Ela será essencial na retomada. Quem não tiver novos produtos e novas soluções para oferecer não sairá mais da crise, mesmo quando as coisas melhorarem. No entanto, vale rever o portfólio de projetos de inovação. Estabeleça os filtros certos para um período como esse e faça uma nova seleção dos projetos que realmente seguirão. Se não cuidar bem disso, há grandes chances de gastar recursos valiosos com ideias que não decolarão e nem ajudarão a superar as dificuldades do momento.
5) Inove nas outras direções
Inovar é mais do que lançar produtos e mudar processos de produção. Em tempos de crise é preciso pensar em como inovar no negócio, na forma como o cliente remunera o que sua empresa oferece a ele. Também é hora de inovar na gestão, ou seja, na maneira como estão organizados os recursos para atingir resultados.
6) Abra todas as portas
Normalmente somos induzidos a competir e isso significa fechar-se. Esconder o que faz e jamais pensar em compartilhar. Ledo engano. É na crise que é mais importante abrir-se. Pensar em alianças com fornecedores, com clientes, e, segure-se na cadeira, com concorrentes. Isso mesmo, competidores! Deixar de lado os preconceitos e racionalizar custos, dividir soluções e fazer mais com menos. Parar de procurar quem tem a solução para seus problemas e pensar em conversar e dividir soluções com quem tem os mesmos problemas que você. Certa vez, criando a logística de distribuição de uma revista, sugerimos fretar um avião e dividir os custos com o concorrente. Quase fomos linchados! "Vocês estão loucos?", disse-me o presidente da empresa em questão. "Queremos chegar antes dele à casa dos assinantes!" Dias depois consegui levá-lo ao aeroporto para ver que suas revistas embarcavam nas mesmas aeronaves de linha usada pelo concorrente.
Por fim, não se esqueça de que já passou por situações parecidas antes e, como das outras vezes, vai passar. Pense e atue para sair na frente.
(Por: Valter Pieracciani - Fonte: Portal Administradores) - Fonte:JusBrasil - Jan/19

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Maculopatia

Maculopatia

Maculopatia fotos

O que é maculopatia?

Uma maculopatia é qualquer condição patológica da mácula, ou seja, o termo maculopatia é utilizado para nos referirmos a patologias da mácula. A mácula é uma pequena área do pólo posterior da retina, com um importante papel na visão central. Se a mácula for afetada, podem advir importantes problemas na função visual.

Maculopatia - causas

As causas da maculopatia podem ser de vária ordem. Conheça, de seguida, os principais tipos de maculopatia e as diferentes causas associadas.

Maculopatia diabética

A maculopatia diabética é o tipo de maculopatia mais frequente. Como o próprio nome indica, trata-se de uma maculopatia provocada pelas complicações da diabetes na retina. Este tipo de maculopatia afeta uma considerável parte da população, devido à preponderância que a diabetes possui na atualidade.
A doença pode afetar apenas a mácula ou toda a retina. Estes tipos de alterações são, vulgarmente, conhecidas por retinopatia diabética.
Para saber o que é a retinopatia diabética, conhecer os sintomas, as fases ou estadíos, o tratamento e como prevenir a doença, siga este link.

Maculopatia degenerativa

Outro importante tipo é a maculopatia degenerativa, vulgarmente conhecida por degeneração macular ou degenerescência macular da idade. Esta doença ocular é também bastante frequente, sendo considerada uma das principais causas de perda de visão, em pessoas com idade superior a 65 anos.
A degenerescência ou degeneração macular, não tem como causa única o envelhecimento, contudo, é efectivamente uma das principais causas. Quando a maculopatia degenerativa está relacionada com a idade ou envelhecimento é vulgarmente designada por degeneração macular relacionada com a idade (DMI) ou degenerescência macular da idade.
Para saber o que é a degeneração macular, conhecer os sintomas e o tratamento, siga este link.

Maculopatia miópica

A maculopatia miópica é outra patologia da retina adquirida, secundária à alta miopia (mais de 6 dioptrias), patológica ou degenerativa, normalmente associada a estafiloma posterior da retina (comprimento axial do globo ocular >25 mm). Além destas alterações verificam-se outras como, alterações degenerativas da esclera, da membrana de Bruch, do epitélio pigmentado da retina e da retina sensorial.
As manifestações oculares na maculopatia miópica podem incluir várias alterações do fundo ocular, a saber: disco ótico inclinado, áreas de atrofia corio-retiniana no polo posterior, hemorragias subretinianas e membrana neovascular coroideia.
A maculopatia miópica pode estar associada a outros problemas oculares como, descolamento da retina, cataratas, glaucoma de ângulo aberto ou pigmentar e com doenças sistémicas como a Síndrome de Stickler, Marfan e Ehlers-Danlos.

Para saber o que é miopia, conhecer as causas, os sintomas e tratamento da alta miopia, siga este link.

Maculopatia pós facectomia

A maculopatia pós facectomia consiste na acumulação de fluido na camada plexiforme externa, por rutura ou disfunção da barreira hemato-retiniana. A apresentação desta maculopatia inicia-se com a diminuição da acuidade visual, metamorfopsia ou micropsia devido ao edema macular.
Veja aqui, toda a informação sobre edema macular.
Esta maculopatia é caracterizada por padrão estrelar ou em favo de mal de espessamento retiniano na fóvea e área parafoveal. Fundoscopicamente existe perda de reflexo foveal e angiograficamente é visível aspeto em padrão petalóide dos espaços cistóides ao redor da fóvea.

Maculopatia traumática

A maculopatia traumática, como o nome indica, é sempre secundária a um traumatismo. O traumatismo pode ser fechado ou aberto e este ainda pode estar relacionado com corpo estranho intra-ocular. A maculopatia traumática nem sempre está relacionada com a intensidade do traumatismo mas com as características próprias do traumatismo.
A maculopatia traumática de pior prognóstico é a associada a corpos estranhos intra-oculares com atingimento da mácula, que implica sempre intervenção cirúrgica.

Maculopatia solar

A maculopatia solar é uma lesão na retina, provocada pela observação direta do sol por um período de tempo excessivo, durante um eclipse solar ou num dia normal, sem proteção adequada (óculos de sol). Mesmo com a pupila fechada, a observação por mais de 90 segundos, excede o limiar de segurança para que não se formem lesões fotoquímicas na retina. É comum esta patologia em jovens que estão sob a influência de drogas psicotrópicas ou em rituais religiosos.
Os sintomas incluem diminuição da visão, metamorfopsias, fotofobia, discromatopsia, escotomas, cefaleias e dor nas primeiras horas após a exposição solar.
Esta maculopatia é geralmente bilateral, contudo a lesão é mais grave no olho dominante. No início, o fundo do olho é normal, apresentando uma lesão foveolar branca-amarelada após 24 horas.
A lesão pode desaparecer após um período de 1 a 2 semanas ou evoluir para uma maculopatia com baixa da visão.

Maculopatia – sintomas

Na maculopatia, os sintomas podem ter pequenas variações dependendo do tipo de maculopatia presente e do estadío da doença. Para conhecer os sintomas de cada um dos tipos de maculopatia, veja informação adicional em cada tipo de maculopatia.

Maculopatia tem cura?

Como vimos existem diferentes tipos de maculopatias, com diferentes causas associadas. Veja se a maculopatia tem cura e tratamentos em cada um dos tipos de maculopatia. De um modo geral, a forma como tratamos a doença, está dependente da etiologia da maculopatia.

Maculopatia – tratamento

O tratamento da maculopatia depende, naturalmente, do tipo de maculopatia presente e do seu estadío ou evolução. Veja mais informação em cada uma das diferentes maculopatias.
(Fonte:saudebemestar.pt)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

PL prevê estabilidade no emprego para responsáveis por pessoa com deficiência

Teor social

PL prevê estabilidade no emprego para responsáveis por pessoa com deficiência

Pelo texto, responsáveis poderão ser demitidos por motivo de falta grave ou circunstância de força maior.
domingo, 6 de janeiro de 2019ompartilhar
Tramita na Câmara dos Deputados, em caráter conclusivo, o PL 10.966/18, que prevê estabilidade no emprego de responsáveis por pessoa com deficiência.
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Pela proposta, os pais ou responsáveis legais por pessoa com deficiência não poderão ser despedidos, senão por motivo de falta grave ou circunstância de força maior, devidamente comprovadas.
De acordo com a justificativa do projeto, a perda do emprego potencializa os prejuízos e o desemprego dificulta o suporte dado pelos responsáveis ao filho com deficiência. Para autora, deputada Conceição Sampaio, não se trata de um privilégio, mas sim de uma contrapartida justa ao ônus da inclusão social que os pais, via de regra, assumem sem qualquer auxílio do Estado.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Em 1983, Isaac Asimov previu o mundo de 2019. Veja o que ele acertou (e errou)

Em 1983, Isaac Asimov previu o mundo de 2019. Veja o que ele acertou (e errou)

Por , em 1.01.2019
Isaaaac Asimov foi um prolífico escritor de ficção científica russo, tendo escrito ou editado mais de 500 obras ao longo de sua carreira.Conhecido por livros como “Eu, Robô”, “Fundação” e “O Cair da Noite”, seu trabalho naturalmente continha muitas previsões sobre o futuro da sociedade e da tecnologia.
Algumas delas se tornaram de fato realidade, como a nossa capacidade de usar o que ele chamou de “comunicação visual-sonora” para entrar em contato com qualquer pessoa na Terra.Já outras, como uma máquina que pode converter fermento, algas e água em alimentos como “peru falso”, por exemplo, não se concretizaram (ainda).

Entrevista em 1983

Em 1983, o Toronto Star convidou Asimov para prever como seria o mundo em 2019. A escolha da data não foi arbitrária; de acordo com o jornal, aquele era um bom momento para colocar essa questão, porque haviam se passado 35 anos desde que George Orwell escreveu “1984”.
Asimov pontuou que seria inútil imaginar o futuro da sociedade se os Estados Unidos e a União Soviética se engajassem em uma guerra nuclear, então assumiu que isso não aconteceria.
Em seguida, o escritor dividiu suas previsões sob dois temas principais: informatização e utilização do espaço.

Previsões para informatização

Asimov fez algumas previsões interessantes, embora fossem um pouco amplas e óbvias:
  • “A informatização, sem dúvida, continuará inevitavelmente”;
  • O “objeto computadorizado móvel” irá “penetrar as casas” e a crescente complexidade da sociedade impossibilitará viver sem essa tecnologia;
  • Os computadores transformarão os hábitos de trabalho e substituirão empregos antigos por outros radicalmente diferentes;
  • A robótica extinguirá “tarefas clericais rotineiras e de linha de montagem”;
  • A sociedade precisará de uma “vasta mudança na natureza da educação, e populações inteiras precisarão ser alfabetizadas em computadores” e “ensinadas a lidar com um mundo de alta tecnologia”;
  • Essa transição educacional será difícil para muitos, especialmente quando a população mundial começar a crescer a taxas sem precedentes.
  • Asimov fez algumas suposições ao menos ligeiramente equivocadas sobre o futuro da informatização. Por exemplo, ele previu que a tecnologia revolucionaria a educação (o que é correto), mas que a escolaridade tradicional se tornaria desatualizada à medida que as crianças se tornassem capazes de aprender tudo o que precisam a partir dos computadores em casa.
Isso pode ser tecnicamente possível, mas também pressupõe que as crianças não gastariam todo esse tempo usando tecnologia para, digamos, jogar Candy Crush.

Previsões sobre a utilização do espaço

Asimov afirmou que entraríamos no espaço “para ficar”. E estava certo: a Estação Espacial Internacional está continuamente ocupada há mais de 18 anos.No entanto, o escritor foi otimista demais quanto aos empreendimentos espaciais das futuras sociedades, prevendo que os humanos estariam “de volta à lua” com operações de mineração, fábricas que “usariam as propriedades especiais do espaço”, observatórios e até uma estação de energia solar.
Asimov também pensou que estaríamos a caminho de estabelecer assentamentos humanos na lua.
“Até 2019, o primeiro assentamento espacial deve estar em planejamento e talvez esteja em construção”, escreveu. “Seria o primeiro de muitos em que os seres humanos poderiam viver às dezenas de milhares, e em que poderiam construir pequenas sociedades de todos os tipos, dando à humanidade uma nova virada”.
A NASA de fato planeja enviar astronautas para a lua novamente – mas só em cerca de uma década. E, enquanto a agência espacial norte-americana e diversas outras instituições estão estudando a possibilidade de assentamentos espaciais, com certeza eles não sairão do papel ano que vem. [BigThink] -Fonte: HSyence - Jan/19)

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Calendários

Calendários

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Datado há aproximadamente 30 mil anos, o primeiro artefato que poderia ter a mesma função de um calendário é um osso achatado. Nele foram inscritos intervalos referentes à crescente e a círculos que, de forma sistemática, foram interpretados como uma forma de registro das fases lunares.
Cada civilização possui um tipo de calendário. Desde a antiguidade até os dias atuais, as civilizações preocuparam-se em criar formas para medir as mudanças, estabelecer datas, meses, dias e fenômenos marcantes, sejam da natureza ou protagonizados pelos seres humanos. A origem do termo calendário vem do latim: calendas. Entre os tipos mais conhecidos, encontram-se os calendários lunares, solares e luni-solares.
Na civilização egípcia, o calendário adotado era do tipo helíaco. Este era organizado da seguinte forma: ano dividido em 365 dias, 12 meses, 30 dias com 5 dias adicionais. Já no calendário criado pelos gregos, do tipo lunar, o ano era formado por 12 meses, totalizando 354 dias. Outro calendário do tipo lunar era utilizado pelos muçulmanos, que tinha 12 meses, a hégira como ponto inicial (ano 622 da Era cristã) e 354 dias. No caso do judaico (lunar), são 12 meses de 29 e 30 dias, com a soma de 1 mês a cada 2 ou 3 anos. Para eles, o ano I da Era cristã ocorre na passagem do ano 3760 para o 3761 do calendário judaico.
No ano de 1793 os franceses instituíram o calendário republicano. A divisão é a seguinte: 12 meses com 30 dias, acrescentando cinco dias de complemento a cada mês. Depois, em 1806, o papa Gregório XIII instituiu na França o calendário gregoriano, utilizado atualmente.
Na América do Sul pré-colombiana, povos como os maias, incas e astecas também possuíam calendários. Os maias utilizavam dois calendários ao mesmo tempo. Um tinha 365 dias e era civil e o outro, de caráter ritual, era organizado em 13 grupos com 20 dias. Pela elaboração destes calendários, nota-se que os maias possuíam grande conhecimento de astronomia. Seus cálculos eram mais precisos do que os encontrados no calendário asteca. Além disso, na América, a civilização maia é responsável pelo conceito de zero como ausência de valor.
Fontes:
FERNANDEZ-ARMESTO, Felipe. Ideias que mudaram o mundo. 1ª edição. São Paulo: Arx, 2010.
http://revistaescola.abril.com.br/historia/fundamentos/como-onde-feito-primeiro-calendario-babilonia-mesopotamia-sumerios-caldeus-511216.shtml
http://www.calendario.cnt.br/Portal/portal.htm - Fonte: Info escola